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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
lerdo ler: Ler e ver para crescer por dentro
lerdo ler: Ler e ver para crescer por dentro: "Sometimes in April" (2005 - 140m). Selecção Oficial Festival de Berlim 2005 A partir do mês de Abril de 1994 e durante 100 dias, mais ...
domingo, 11 de novembro de 2012
O Dia do Armistício
O Dia do Armistício é o aniversário do fim simbólico da Primeira Guerra Mundial, em 11 de Novembro de 1918 . Já lá vão 94 anos...
A data recorda a assinatura do Armistício de Compiégne , assinando entre Aliados e o Império Alemão, pelo fim das hostilidades.
O horror da guerra na Flandres
Homenagem aos milhões de mortos numa guerra cruel, sangrenta, impiedosa, onde milhares de soldados morriam só para ganhar um metro de terra. A artilharia foi a responsável pelo maior número de baixas durante a guerra. Neste conflito estiveram envolvidos cerca de 65 milhões de soldados. De Portugal seguiu o Corpo Expedicionário Português.
Na batalha de La Lys, no vale da ribeira de La Lys, na Flandres (Bélgica), os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, só comparável com o desastre da batalha de Alcácer-Quibir. Em apenas 4 horas, as tropas portuguesas perderam 7500 homens, entre mortos, feridos, desaparecidos, e prisioneiros, mais de um terço dos efetivos, entre os quais 327 oficiais.
A guerra nas trincheiras
Nos
campos da Flandres crescem papoilas
Entre as cruzes que, fila a fila,
Marcam o nosso lugar; e no céu
As cotovias, ainda corajosamente a cantar, voam
Escassas, fazendo-se ouvir entre as armas abaixo.
Entre as cruzes que, fila a fila,
Marcam o nosso lugar; e no céu
As cotovias, ainda corajosamente a cantar, voam
Escassas, fazendo-se ouvir entre as armas abaixo.
Nós somos os Mortos
Há poucos dias atrás
Vivíamos, sentíamos o amanhecer, éramos amados; agora repousamos
Nos campos da Flandres.
Vivíamos, sentíamos o amanhecer, éramos amados; agora repousamos
Nos campos da Flandres.

Tomem a nossa guerra com o inimigo
A vós entregamos, das nossas mãos moribundas,
A tocha; que seja vossa, para que a mantenhais ao alto.
Se traírdes a nossa fé, dos que morremos,
Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas
Nos campos da Flandres.
John McCrae
Professora Ana Mª Paiva
A vós entregamos, das nossas mãos moribundas,
A tocha; que seja vossa, para que a mantenhais ao alto.
Se traírdes a nossa fé, dos que morremos,
Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas
Nos campos da Flandres.
John McCrae
Professora Ana Mª Paiva
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Charles de Gaulle
Biografia de Charles de Gaulle:
Faz, hoje, 42 anos que morreu Charles de Gaulle.
Charles de Gaulle (1890-1970) foi um general e político francês.Um dos comandantes aliados na 2ª Guerra Mundial e um dos principais estadistas do pós-guerra. Na 1ª Guerra Mundial , é feito prisioneiro pelos alemães. Na 2ª Guerra, tem sucesso na defesa da França contra a invasão alemã.Em 1940, vai à Inglaterra em missão oficial e recusa-se a voltar quando o governo do marechal Pétain assina o armistício com a Alemanha. É julgado à revelia e condenado à morte. De Londres, organiza e dirige a resistência francesa. Encarregou Jean Moulin (herói francês da resistência), de unificar os movimentos de resistência contra a ocupação alemã em França. Assume o governo provisório ao voltar à França, em 1944. Entra em conflito com a oposição e deixa a Presidência em 1946. No ano seguinte, organiza o movimento Reunião do Povo Francês (RPF).A dissolução do partido, em 1952, leva-o a deixar a política. Em 1958, após a rebelião de militares franceses na Argélia, é chamado a formar um novo governo. Em 21 de dezembro de 1958, foi eleito primeiro Presidente da V República, liderou a redação de uma nova Constituição, e assumiu o cargo em 1959, no qual permaneceu até 1969. Apesar de ter apoiado inicialmente o domínio francês sobre a Argélia, decidiu mais tarde conceder a independência àquele país, encerrando uma guerra cara e impopular. A decisão dividiu a opinião pública francesa, e De Gaulle teve que enfrentar a oposição dos colonos pieds-noirs e dos militares franceses que tinham inicialmente apoiado seu retorno ao poder. Durante os protestos de maio de 1968, é obrigado a fazer concessões, como a dissolução da Assembléia Nacional. Em 1969, perde o referendo sobre reformas administrativas e renuncia à Presidência, retirando-se da vida pública.De Gaulle é considerado como o líder mais influente da história da França moderna. Sua ideologia e seu estilo político - o gaullismo - ainda tem grande influência na vida política francesa atual.
Líderes da França Livre, Henri Giraud e Charles de Gaulle, com Franklin Roosevelt e Winston Churchill, durante a Conferência de Casablanca, em 14 de janeiro de 1943.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Mumificação no Egito antigo
Os alunos, de uma maneira geral, gostam muito de histórias ligadas ao antigo Egipto. Procuram na BE/CRE livros que contenham histórias fantásticas desse povo, e que a todos apaixonou e apaixona. Seduzidos por essas histórias, que povoam o seu imaginário, remexem, e tornam a remexer nas prateleiras, à procura de livros sobre a civilização egípcia, a fim de saberem mais e mais sobre essa temática. As imagens são fundamentais. Quem não se lembra das aventuras do personagem Indiana Jones, criado pelos realizadores George Lucas e Steven Spielberg?.
Por isso, lembrei-me, então, de colocar neste blog o processo de mumificação, processo aprimorado pelos Egípcios, e que durante muitos séculos intrigou cientistas.
Vejamos, então, alguns belas imagens retiradas de um dos mais belos museus do mundo - The British Museum, e que nos mostra todo este fantástico processo.
Enrolamento da múmia

Primeiro a cabeça e o pescoço eram enrolados
juntamente com tiras de
fino linho. Em seguida os dedos e o restante do corpo
individualmente
Os braços e as pernas eram enrolados separadamente. Entre as ataduras do embalsamado eram colocados amuletos para proteger o corpo na sua jornada no outro mundo.
<< "Laço de Ísis" amuleto para proteger o corpo
"Prumo ou Nível",
amuleto que mantinha o equilíbrio na próxima vida. >> Uma sacerdotisa proferia encantamentos enquanto
a múmia ia sendo enrolada. Esses encantamentos ajudavam o morto a se
livrar dos espíritos malignos na outra vida. | ||||||||||||||||||||||||||||||||
![]() | Os braços e as pernas eram amarrados
juntos. Um rolo de papiro com encantamentos do Livro dos Mortos era colocado entre as mãos. | Mais tiras de fino linho são
enroladas no corpo. As bandagenseram embebidas num tipo de cola para mantê-las unidas. | ||||||||||||||||||||||||||||||
|
Finalmente, uma outra túnica envolve
inteiramente a múmia, que é enlaçada
com tiras de linho dos pés até a cabeça, e cruzada sobre o tórax.
Uma capa de
madeira pintada protege a múmia antes de ela ser posta no sarcófago;
e o primeiro sarcófago é colocado dentro de um segundo sarcófago. ![]()
O funeral é presidido pelos familiares do
morto
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| É realizado um ritual chamado "Abertura
da boca", enquanto os familiares do morto comem e bebem. Anúbis segura
a múmia por trás. Finalmente, a múmia e colocada dentro de um amplo sarcófago de pedra na tumba. Mobílias, roupas, objetos de valor, alimento e bebida são postos na tumba para o falecido. Agora o morto está preparado para a sua jornada ao desconhecido. Lá seu coração (alma) será julgado pelas boas ou más ações na terra. Se seu coração for julgado puro ele será enviado para viver por toda eternidade na beleza dos "Campos de Caniços". Professora Ana Maria Gândara Paiva | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O terramoto de Lisboa
Alguém se lembra que faz justamente, hoje, 257 anos que Lisboa foi atingida por um terramoto, e que foi notícia na Europa?
Pois é, na manhã de 1 de Novembro, dia de Todos os Santos, um violento terramoto fez-se sentir em Lisboa, Setúbal e no Algarve. Na capital, local onde atingiu maior intensidade (modernamente crê-se que com grau 9 na escala de Ritcher ), foi acompanhado por um maremoto (tsunami) com ondas que parecem ter chegado aos 20 metros. O maremoto varreu o Terreiro do Paço e um gigantesco incêndio que, durante 6 dias, completaram o cenário de destruição de toda a Baixa de Lisboa.
Este trágico acontecimento foi tema de uma vasta literatura, e de que é exemplo o poema de Voltaire "Le Désastre de Lisbonne", publicado em 1756, no ano seguinte ao terramoto que devastou a capital portuguesa. Este texto serviu de pretexto para o filósofo se opor a quantos viam no acontecimento um mero reflexo inelutável da vontade divina.
De uma população de 275 mil habitantes em Lisboa, crê-se que 90 mil morreram.
Cerca de 85% das construções de Lisboa foram destruídas, incluindo palácios famosos e bibliotecas, conventos e igrejas, hospitais e todas as estruturas. Várias construções que sofreram poucos danos pelo terramoto foram destruídas pelo fogo que se seguiu ao abalo sísmico.
Quase por milagre, a família real escapou ilesa à catástrofe. O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do sismo. A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa "A Real Barraca da Ajuda".
Tal como o rei, o Marquês do Pombal, Ministro da Guerra e futuro Primeiro-ministro de Portugal, sobreviveu ao terramoto. Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de Lisboa. Conta-se que à pergunta "E agora?" respondeu: - "Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos", mas esse diálogo é provavelmente apócrifo. A sua rápida resolução levou a organizar equipas de bombeiros para combater os incêndios e recolher os milhares de cadáveres para evitar epidemias.
O ministro e o rei contrataram arquitectos e engenheiros, e em menos de um ano depois do terramoto já não se encontravam em Lisboa ruínas e os trabalhos de reconstrução iam adiantados. O rei desejava uma cidade nova e ordenada e grandes praças e avenidas largas e rectilíneas marcaram a planta da nova cidade. Na altura alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas....
O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.
O terramoto de Lisboa
História de Portugal: O Terramoto de Lisboa (1755)
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
Pois é, na manhã de 1 de Novembro, dia de Todos os Santos, um violento terramoto fez-se sentir em Lisboa, Setúbal e no Algarve. Na capital, local onde atingiu maior intensidade (modernamente crê-se que com grau 9 na escala de Ritcher ), foi acompanhado por um maremoto (tsunami) com ondas que parecem ter chegado aos 20 metros. O maremoto varreu o Terreiro do Paço e um gigantesco incêndio que, durante 6 dias, completaram o cenário de destruição de toda a Baixa de Lisboa.
Este trágico acontecimento foi tema de uma vasta literatura, e de que é exemplo o poema de Voltaire "Le Désastre de Lisbonne", publicado em 1756, no ano seguinte ao terramoto que devastou a capital portuguesa. Este texto serviu de pretexto para o filósofo se opor a quantos viam no acontecimento um mero reflexo inelutável da vontade divina.
De uma população de 275 mil habitantes em Lisboa, crê-se que 90 mil morreram.
Cerca de 85% das construções de Lisboa foram destruídas, incluindo palácios famosos e bibliotecas, conventos e igrejas, hospitais e todas as estruturas. Várias construções que sofreram poucos danos pelo terramoto foram destruídas pelo fogo que se seguiu ao abalo sísmico.
Quase por milagre, a família real escapou ilesa à catástrofe. O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do sismo. A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa "A Real Barraca da Ajuda".
Tal como o rei, o Marquês do Pombal, Ministro da Guerra e futuro Primeiro-ministro de Portugal, sobreviveu ao terramoto. Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de Lisboa. Conta-se que à pergunta "E agora?" respondeu: - "Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos", mas esse diálogo é provavelmente apócrifo. A sua rápida resolução levou a organizar equipas de bombeiros para combater os incêndios e recolher os milhares de cadáveres para evitar epidemias.
O ministro e o rei contrataram arquitectos e engenheiros, e em menos de um ano depois do terramoto já não se encontravam em Lisboa ruínas e os trabalhos de reconstrução iam adiantados. O rei desejava uma cidade nova e ordenada e grandes praças e avenidas largas e rectilíneas marcaram a planta da nova cidade. Na altura alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas....
O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.
O terramoto de LisboaHistória de Portugal: O Terramoto de Lisboa (1755)
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Halloween - Dia das Bruxas
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditava que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saíam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os Celtas colocavam nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, e passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Símbolos e Tradições
Esta festa, por estar relacionada na sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, chocolates e doces.
Professora Ana Maria Paiva
terça-feira, 30 de outubro de 2012

Realiza-se na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, nos dias 29 e 30 de outubro, a Conferência Portugal e o Holocausto- Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro,
promovida pela Embaixada dos Estados Unidos em Portugal, pela Fundação
Luso-Americana e pela Fundação Calouste Gulbenkian, a qual contou com o
apoio do Ministério da Educação e Ciência.
O programa de dia 29,
constituído por Workshops Académicos, visou, fundamentalmente, promover o
debate entre investigadores que têm estudado o Holocausto, com destaque
para a investigação sobre o papel de Portugal durante este período.
Nesse mesmo dia, foi aberta a exposição "Os Refugiados do Holocausto e Portugal".
O
programa de hoje, dia 30, foi essencialmente dedicado ao Ensino do Holocausto,
revestindo particular interesse para as escolas pela relevância do tema nos
programas, pela importância do seu ensino e pelo impacto significativo
na aprendizagem dos alunos.
Embora Portugal se tenha tornado País de passagem de refugiados da Europa Central nos anos 30, sobretudo a partir da anexação da Áustria, em 1938, o fluxo de refugiados, na sua gigantesca maioria judeus, aumentou significativamente em 1940 e 1941.
Para mais informações, aceder ao sítio Exposição: «Os Refugiados do Holocausto e Portugal» - Direção-Geral da Educação.
Vai estar patente até 10 de novembro, entre as 09h00 e as 20h00,
no Hall do Secretariado da Zona de Congressos da Fundação Calouste Gulbenkian,
em Lisboa, a Exposição "Os Refugiados do Holocausto e Portugal". Trata-se de uma
iniciativa da Embaixada dos Estados Unidos em conjunto com a Fundação Gulbenkian
e a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).
Embora Portugal se tenha tornado País de passagem de refugiados da Europa Central nos anos 30, sobretudo a partir da anexação da Áustria, em 1938, o fluxo de refugiados, na sua gigantesca maioria judeus, aumentou significativamente em 1940 e 1941.
Para mais informações, aceder ao sítio Exposição: «Os Refugiados do Holocausto e Portugal» - Direção-Geral da Educação.

A Professora Bibliotecária Ana Maria Gândara Paiva
terça-feira, 23 de outubro de 2012
O Dia da Alimentação
A BE/CRE da Escola EB1/JI Fernando de Bulhões comemorou o Dia da Alimentação, no dia 16 de Outubro, com a projeção de um powerpoint, intitulado "Uma Corrida Marada", com base no conto infantil, “ Uma corrida marada na conquista de uma alimentação saudável”, de Ana Paula Figueiredo.
Este livro tem por objectivo “incentivar as crianças para a aquisição de hábitos alimentares saudáveis assim como para a prevenção de doenças relacionadas com uma má alimentação.”
A ratinha Rita é a protagonista da história e tem um problema, o excesso de peso, cada vez mais comum nas crianças portuguesas.
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
Horário escolar por imagens
Algumas turmas do 5º Ano, sob a orientação da professora de Educação Visual, Clara Ogando, elaboraram horários visuais com desenhos alusivos a cada uma das respetivas disciplinas. E o resultado foi o que irão observar.
O que acharam? Gostaram? Interessante, concordam? É só pôr a cabeça a funcionar ... E já está!
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
O que acharam? Gostaram? Interessante, concordam? É só pôr a cabeça a funcionar ... E já está!
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
sábado, 20 de outubro de 2012
Homenagem a Manuel António Pina
A propósito da morte de Manuel António Pina, um dos escritores cujos livros são recomendados para leitura pelo PNL, que constam no espólio da nossa BE/CRE, e já trabalhados por professores de Português da nossa Escola, José Fanha, no blogue Queridas Bibliotecas, escreveu:
Morreu Manuel António Pina, o poeta, o jornalista, o cronista, o autor de livros para crianças, o dramaturgo, o ensaísta, o advogado – um ser de afetos para quem «O amor é a única coisa capaz de sobreviver e a única coisa por que vale a pena que sobrevivamos. O amor no seu mais vasto sentido, naquele que São Paulo lhe dá na Primeira Epístola aos Corintos, quando diz que vai indicar o caminho que ultrapassa a todos.» Assim nos falou um dia Manuel António Pina numa longa entrevista (da qual recuperamos alguns excertos áudio: aqui ) e também nesse instante inesquecível defendeu a ideia de que «Somos seres para o esquecimento. Eu serei esquecido, o gato que me olha de cima do computador será esquecido. Somos feitos para o esquecimento (...)». Permitimo-nos, no entanto, hoje, num profundo abraço de despedida e de saudade, contrariar o poeta: Manuel António Pina, nunca serás esquecimento. Perdurará a tua «voz acordada». Poderás mais uma vez interpelar-nos «– não é a morte o que as palavras procuram?». Talvez, Manuel. Mas as palavras da tua poesia, da tua vasta obra, são vida. A morte do corpo não te mata.
Escuta estes versos teus:
«(...) Agora que os / olhos se fecharam / fico acordado toda a noite / diante de uma coisa imensa.»
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
Morreu Manuel António Pina, o poeta, o jornalista, o cronista, o autor de livros para crianças, o dramaturgo, o ensaísta, o advogado – um ser de afetos para quem «O amor é a única coisa capaz de sobreviver e a única coisa por que vale a pena que sobrevivamos. O amor no seu mais vasto sentido, naquele que São Paulo lhe dá na Primeira Epístola aos Corintos, quando diz que vai indicar o caminho que ultrapassa a todos.» Assim nos falou um dia Manuel António Pina numa longa entrevista (da qual recuperamos alguns excertos áudio: aqui ) e também nesse instante inesquecível defendeu a ideia de que «Somos seres para o esquecimento. Eu serei esquecido, o gato que me olha de cima do computador será esquecido. Somos feitos para o esquecimento (...)». Permitimo-nos, no entanto, hoje, num profundo abraço de despedida e de saudade, contrariar o poeta: Manuel António Pina, nunca serás esquecimento. Perdurará a tua «voz acordada». Poderás mais uma vez interpelar-nos «– não é a morte o que as palavras procuram?». Talvez, Manuel. Mas as palavras da tua poesia, da tua vasta obra, são vida. A morte do corpo não te mata.
Escuta estes versos teus:
«(...) Agora que os / olhos se fecharam / fico acordado toda a noite / diante de uma coisa imensa.»
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Trabalhos de pesquisa do 6º C (2012/2013)
Fizemos estes trabalhos em História a pedido da professora Ana Paiva.
Quando a Professora nos pediu para fazê-los nós achámos interressante, então ela explicou-nos sobre o que era e deu ideias para o trabalho de cada aluno.
Estes trabalhos são sobre os nomes das nossas Ruas .
(Exemplo: Salgado Zenha ...)
Nessa tarde , empenhamo-nos e começámos a fazer .
TRABALHOS
- Florbela Espanca ( Inês Olivença )
Quando a Professora nos pediu para fazê-los nós achámos interressante, então ela explicou-nos sobre o que era e deu ideias para o trabalho de cada aluno.
Estes trabalhos são sobre os nomes das nossas Ruas .
(Exemplo: Salgado Zenha ...)
Nessa tarde , empenhamo-nos e começámos a fazer .
TRABALHOS
- Florbela Espanca ( Inês Olivença )
- Fernão de Magalhães
[Aluno Duarte Araújo - 6ºC]
Livros do PNL
A nossa BE/CRE tem vindo a enriquecer o seu acervo documental anualmente. Relativamente aos livros recomendados pelo PNL, gostaríamos de dar a conhecer algumas das obras adquiridas, muitas delas trabalhadas nas aulas pelos Professores de Português, e que constituem uma base de enriquecimento cultural importante para os nossos alunos dos 2º e 3º ciclos.
LISTA DAS COLECÇÕES DE LIVROS EXISTENTES NA BE/CRE
LISTA DAS COLECÇÕES DE LIVROS EXISTENTES NA BE/CRE
- Alçada, Isabel e Magalhães Ana Maria - Uma Aventura na Quinta das Lágrimas
- Alçada, Isabel e Magalhães Ana Maria - Diário Secreto de Camila
- Alçada, Isabel e Magalhães, Ana Maria - O Dia do Terramoto
- Vieira, Alice - A Menina do Mar
- Vieira, Alice - Chocolate à Chuva
- Zambujal, Isabel - Um saltinho a Paris
- Andresen, Sophia M. B. - A Menina do Mar
- Andresen, Sophia M. B - O Cavaleiro da Dinamarca
- Andresen, Sophia M. B - Leandro, rei da Helíria
- Andresen, Sophia de Mello Breyner - Primeiro Livro de Poesia
- Braga, Jorge de Sousa - Herbário (poesia)
- Hitchcock, Alfred - O Mistério da Sombra que Ri
- Mota, António - Pedro Alecrim
- Vieira, Alice - Úrsula, a Maior
- Vieira, Alice - Graças e Desgraças da Corte de El-Rei Tadinho
- Vieira, Alice - Vinte e Cinco a Sete Vozes
- Vieira, Alice - Trisavó de Pistola à Cinta e outras Histórias
- Vieira, Alice - Leandro, rei da Helíria
- Braga, Jorge de Sousa - Herbário (poesia)
- Alegre, Manuel - As Naus de Verde Pino (poesia)
- Halley, Ned - Factos incríveis (informativo
- Soares, Luísa Ducla - Seis Contos de Eça de Queirós
- Lose, Ilse - O Mundo em Que Vivi
- Wilde, Óscar - Contos –O aniversário da infanta e outros
- Meneres, Mª Alberta - Fábulas de La Fontaine
- Meneres, Mª Alberta - Ulisses
- Meneres, Mª Alberta - À Beira do Lago dos Encantos
- Pina, Manuel António - História com Reis, Rainhas ... (teatro)
- Pina, Manuel Pina - Pequeno Livro de Desmatemática (poesia)
- Townsend, Sue - Adrian Mole na Crise da Adolescência
- Alçada, Isabel e outro - O Dia do Terramoto
- Romei, Francesca - Leonardo da Vinci (col. Os Mestres de Arte - texto informativo)
- Soares, Luísa Ducla, Três Histórias do Futuro
- Lopes, Teresa Rita - Jogos, Versos e Redacção (poesia)
- Pedrosa, Inês - A Menina que Roubava Gargalhadas
- Ruy, José - Pêro da Covilhã e a Misteriosa Viagem
- Gonzalez, Maria Teresa Maia - A Lua de Joana
- Amado, Jorge - O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
- Orlev, Uri - A Ilha na Rua dos Pássaros
- Redol, Alves - A Vida Mágica da Sementinha
- Pupo, Inês (org. de) -101 Poetas Iniciação à Poesia
- Dahl, Roald - Histórias em Versos Para Meninos perversos
- Fabra, Jordi Sierra - Um Homem com um Garfo numa Terra de Sopas
- Fabra, Jordi Sierra - Casting
- Halley, Ned - Factos Incríveis
- Fanha, José - Diário Inventado de um Menino Já Crescido
- Fanha, José - Zulaida e o poeta e outras Histórias
- Sepúlveda, Luís - História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar
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