Os alunos que leram mais neste 1º período foram:
Diogo Dias, nº 6, do 6º D
Joana Isidoro, nº 15, do 5º D
João Dias, nº 17, do 5º B
Parabéns!
A todos foi entregue um prémio e um certificado de participação.
E a iniciativa continua pelo ano fora ...
Continuem a ler ... Ler faz bem ... Cultiva o nosso espírito ... Faz-nos crescer ...
Faz-nos caminhar por outros mundos ... Faz-nos sonhar ...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Empréstimo domiciliário
O gráfico representa
o número de livros requisitados pelos alunos dos diferentes anos de
escolaridade, durante o 1º Período.
No âmbito do concurso "Quem lê mais?", os alunos premiados no 1º período pelas leituras efetuadas foram:
1º Diogo Dias (6º D)
2º Joana Isidoro (5º D)
3º João Dias (5º B)
Parabéns aos três! Continuem a ler e a divertir-se com a sabedoria das palavras!
No âmbito do concurso "Quem lê mais?", os alunos premiados no 1º período pelas leituras efetuadas foram:
1º Diogo Dias (6º D)
2º Joana Isidoro (5º D)
3º João Dias (5º B)
Parabéns aos três! Continuem a ler e a divertir-se com a sabedoria das palavras!
A História contada nas Ruas
A BE publica imagens de trabalhos realizados pelos alunos do 6º C relativos à pesquisa efetuada sobre o nome de figuras importantes da história e literatura portuguesas.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Novas aquisições
A BE/CRE iniciou o ano com novas aquisições de livros.
Desta vez, pertencem à brilhantíssima coleção Cherub, do autor Robert Muchamore, que esteve em Lisboa há poucos meses.
A 1ª aquisição chama-se "O Recruta"
Desta vez, pertencem à brilhantíssima coleção Cherub, do autor Robert Muchamore, que esteve em Lisboa há poucos meses.
A 1ª aquisição chama-se "O Recruta"
Este livro fala do filho da cabecilha de um dos maiores gangues de Londres: James
Adams. Quando ele encontra a sua mãe misteriosamente morta é transferido
para um orfanato onde vai ser recrutado para uma estranha agência
secreta...
Neste livro, o complexo enredo e suspense são garantidos!
O recruta
é o primeiro livro desta esplêndida coleção que mete água na boca, e se
fores daqueles que pensam que ler é tipo treta e desperdício de tempo
podes ter a certeza que este livro te vai agradar e talvez, quem sabe,
mude a tua opinião.
Boa Leitura!!!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Feliz Ano Novo
A todos os seguidores do blogue da BE/CRE Maria Veleda desejamos um Novo Ano com saúde, sabedoria e mais conhecimentos, para que a nossa mente esteja permanentemente a evoluir, e saiba enfrentar sempre as adversidades da vida.
Para os mais jovens, lanço um desafio - leiam, leiam muito, e cada vez mais, a fim de compreenderem melhor o sentido das coisas e tomarem consciência crítica das sociedades ao longo dos tempos, e saibam compreender a atual.
A nossa Biblioteca está recheada de bons livros!Partam à sua procura!Tornem-se mais sábios!
Lá diz o velho provérbio "O saber não ocupa lugar", ou seja, devemos estar sempre disponíveis para aprender, descobrir e conhecer coisas novas. Esta é a nossa verdadeira riqueza, e que está sempre ao nosso dispor.
A Professora Bibliotecária
Ana Mª Gândara Paiva
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Faz hoje 290 anos
27 de Dezembro de 1722
Forte sismo sentido no Algarve entre as 17 e as 18 horas.
Segundo fontes da época, a "Chronica Serafica da Santa Província dos Algarves" (Belém, 1750, cap. XXII, pp. 200-201) " em Tavira acabou com um horroroso trovão No rio se apartaram as águas, de forma que uma caravela, que por ele ia saíndo, ficou em seco muito tempo"; " teve por centro de acção o nosso mar algarvio, rebentando naquelas paragens uma coluna de fogo de dentro do mar, que destruiu muitas embarcações parece que este tremor foi resultante de algum vulcão que abrisse uma boca junto dentro do mar e por isso a sua acção destruidora exerceu-se principalmente nas terras próximas do mar: Lagos, Portimão, Albufeira, Faro, Olhão, Fuzeta, Tavira (...). No rio de Tavira afastaram-se as águas de forma que uma caravela que ia a saindo barra for a ficou em seco muito tempo, dando lugar a que a tripulação saísse para terra a pé enxuto ". A intensidade estimada para o tsunami é III.
O cronista descreve em pormenor os efeitos do sismo de 27 de dezembro de 1722 no Convento de S. Francisco de Tavira, referindo ainda que "na mesma hora em que sucedeono Algarve, fez impressão neste Convento de Xabregas [Lisboa], abalando a cama de hum Religioso que nela se achava recostado, e fazendo soar per si o sino do nosso relógio". Diz também o cronista que, passados alguns dias, se fez uma procissão de acção de graças na cidade de Tavira, a qual passou a repetir-se todos os anos no mesmo dia de 27 de Dezembro, com a assitência do Senado, Comunidades e grande concurso do povo, "para memoria de hum tão grande benefício, que supposta a grande perda que houve, pudera ficar submergida aquella cidade."
Forte sismo sentido no Algarve entre as 17 e as 18 horas.
Segundo fontes da época, a "Chronica Serafica da Santa Província dos Algarves" (Belém, 1750, cap. XXII, pp. 200-201) " em Tavira acabou com um horroroso trovão No rio se apartaram as águas, de forma que uma caravela, que por ele ia saíndo, ficou em seco muito tempo"; " teve por centro de acção o nosso mar algarvio, rebentando naquelas paragens uma coluna de fogo de dentro do mar, que destruiu muitas embarcações parece que este tremor foi resultante de algum vulcão que abrisse uma boca junto dentro do mar e por isso a sua acção destruidora exerceu-se principalmente nas terras próximas do mar: Lagos, Portimão, Albufeira, Faro, Olhão, Fuzeta, Tavira (...). No rio de Tavira afastaram-se as águas de forma que uma caravela que ia a saindo barra for a ficou em seco muito tempo, dando lugar a que a tripulação saísse para terra a pé enxuto ". A intensidade estimada para o tsunami é III.
O cronista descreve em pormenor os efeitos do sismo de 27 de dezembro de 1722 no Convento de S. Francisco de Tavira, referindo ainda que "na mesma hora em que sucedeono Algarve, fez impressão neste Convento de Xabregas [Lisboa], abalando a cama de hum Religioso que nela se achava recostado, e fazendo soar per si o sino do nosso relógio". Diz também o cronista que, passados alguns dias, se fez uma procissão de acção de graças na cidade de Tavira, a qual passou a repetir-se todos os anos no mesmo dia de 27 de Dezembro, com a assitência do Senado, Comunidades e grande concurso do povo, "para memoria de hum tão grande benefício, que supposta a grande perda que houve, pudera ficar submergida aquella cidade."
IGREJA DE S. FRANCISCO
Tavira - Igreja de S. Francisco -Campanário
Também designado por Convento de São Francisco, a sua origem remontará ao ano 1272, e terá sido criada pelo rei D. Diniz. Pertenceu aos Templários até 1312, passando, depois, para as mãos dos frades franciscanos
Também designado por Convento de São Francisco, a sua origem remontará ao ano 1272, e terá sido criada pelo rei D. Diniz. Pertenceu aos Templários até 1312, passando, depois, para as mãos dos frades franciscanos
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Boas Festas - 2012

Apreciem!Bela imaginação!
A EQUIPA da BE/CRE MARIA VELEDA deseja a todos os que consultam o seu blogue
Algumas imagens colocadas no placard da BE a desejar um Feliz Natal a toda a comunidade educativa. Cada estrela continha uma mensagem escrita pelos alunos. Em simultâneo, algumas imagens comemorativas do Natal em alguns países da Europa, para conhecimento da comunidade.
Cartões de Boas Festas em francês em exposição realizados pelos alunos
A Professora Bibliotecária
Ana Maria Gândara Paiva
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Territórios e Fronteiras da Europa Séc. XI - XXI
Simplesmente admirável este vídeo!
Não poderia deixar passar a oportunidade de o colocar neste blog, essencialmente construído a pensar nos alunos.
Para os apreciadores de História, e curiosos...
A Professora Bibliotecária
Ana Maria Gândara Paiva
Não poderia deixar passar a oportunidade de o colocar neste blog, essencialmente construído a pensar nos alunos.
Para os apreciadores de História, e curiosos...
A Professora Bibliotecária
Ana Maria Gândara Paiva
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Um Conto de Natal

Aproxima-se o Natal, época mágica, de fantasia, e de fraternidade e de amor para alguns.
Este ano, a BE/CRE presenteou os alunos dos 2º e 3º ciclos com a projeção de um belo filme, baseado na obra clássica de Charles Dickens "Um Conto de Natal".
Recordamos que
Charles John Huffam Dickens nasceu em Portsmouth, a 7 de Fevereiro de 1812 (fez precisamente 200 anos), e morreu no dia 9 de Junho de 1870. No início da sua atividade literária adotou o pseudónimo Boz, e foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, até aos dias de hoje, só aumentou. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros actuais, muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa.
Entre os seus maiores clássicos estão "David Copperfield" e "Oliver Twist".
A história
Ebenezer Scrooge é um homem avarento, que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, um pobre mas feliz empregado, pai de quatro filhos, que possui um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas de saúde nas pernas.
Numa véspera de Natal, Scrooge recebe a visita do seu ex-sócio Jacob Marley, morto há sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que o seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge ainda tem uma hipótese, e por isso iria ser visitado por três espíritos.
O primeiro espírito chega, e que é o Espírito dos Natais Passados. Este leva Scrooge de regresso no tempo e mostra a sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda adorava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, e este desaparece, deixando Scrooge de regresso ao seu quarto.
O segundo espírito, o do Natal Presente, irá mostrar a Scrooge as celebrações do presente, incluindo as festas humildes dos Cratchit, onde ele vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida.
O terceiro espírito mostrar-lhe-á o futuro…
Depois do filme, deliciem-se com a leitura do livro!
Partilhem o espírito de Natal!
A Professora Bibliotecária Ana Maria Gândara Paiva
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Restauração da independência
A BE/CRE Maria Veleda voltou novamente a comemorar a Restauração da Independência.
E o que foi a Restauração? Foi a revolta dos Portugueses, iniciada em 1 de dezembro de 1640, chefiados por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados, dos quais se destacaram D. Antão de Almada, D. Miguel de Almeida, Francisco Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. A revolta alastrou por todo o Reino, contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina, e veio a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança. D. Miguel de Almeida participou no assalto ao Paço da Ribeira, dando o sinal para a revolta, e aclamando como rei D. João IV (neto de D. Catarina, candidata ao trono, em 1580), perante o povo.
Esta data é comemorada, anualmente, em Portugal sendo, até 2012, feriado o dia 1 de Dezembro.
Um grupo de alunos do 6º Ano, da turma C, participou ativamente nesta comemoração, realizando um pequeno questionário relativo a este acontecimento, junto da comunidade educativa da Escola, usando um crachat ao serviço da BE/CRE.
A Professora Bibliotecária
Ana Maria Gândara Paiva
E o que foi a Restauração? Foi a revolta dos Portugueses, iniciada em 1 de dezembro de 1640, chefiados por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados, dos quais se destacaram D. Antão de Almada, D. Miguel de Almeida, Francisco Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. A revolta alastrou por todo o Reino, contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina, e veio a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança. D. Miguel de Almeida participou no assalto ao Paço da Ribeira, dando o sinal para a revolta, e aclamando como rei D. João IV (neto de D. Catarina, candidata ao trono, em 1580), perante o povo.
Esta data é comemorada, anualmente, em Portugal sendo, até 2012, feriado o dia 1 de Dezembro.
Um grupo de alunos do 6º Ano, da turma C, participou ativamente nesta comemoração, realizando um pequeno questionário relativo a este acontecimento, junto da comunidade educativa da Escola, usando um crachat ao serviço da BE/CRE.
A Professora Bibliotecária
Ana Maria Gândara Paiva
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
lerdo ler: Imagem divulgada no Facebook por Person English H...
lerdo ler:
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
lerdo ler: Ler e ver para crescer por dentro
lerdo ler: Ler e ver para crescer por dentro: "Sometimes in April" (2005 - 140m). Selecção Oficial Festival de Berlim 2005 A partir do mês de Abril de 1994 e durante 100 dias, mais ...
domingo, 11 de novembro de 2012
O Dia do Armistício
O Dia do Armistício é o aniversário do fim simbólico da Primeira Guerra Mundial, em 11 de Novembro de 1918 . Já lá vão 94 anos...
A data recorda a assinatura do Armistício de Compiégne , assinando entre Aliados e o Império Alemão, pelo fim das hostilidades.
O horror da guerra na Flandres
Homenagem aos milhões de mortos numa guerra cruel, sangrenta, impiedosa, onde milhares de soldados morriam só para ganhar um metro de terra. A artilharia foi a responsável pelo maior número de baixas durante a guerra. Neste conflito estiveram envolvidos cerca de 65 milhões de soldados. De Portugal seguiu o Corpo Expedicionário Português.
Na batalha de La Lys, no vale da ribeira de La Lys, na Flandres (Bélgica), os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, só comparável com o desastre da batalha de Alcácer-Quibir. Em apenas 4 horas, as tropas portuguesas perderam 7500 homens, entre mortos, feridos, desaparecidos, e prisioneiros, mais de um terço dos efetivos, entre os quais 327 oficiais.
A guerra nas trincheiras
Nos
campos da Flandres crescem papoilas
Entre as cruzes que, fila a fila,
Marcam o nosso lugar; e no céu
As cotovias, ainda corajosamente a cantar, voam
Escassas, fazendo-se ouvir entre as armas abaixo.
Entre as cruzes que, fila a fila,
Marcam o nosso lugar; e no céu
As cotovias, ainda corajosamente a cantar, voam
Escassas, fazendo-se ouvir entre as armas abaixo.
Nós somos os Mortos
Há poucos dias atrás
Vivíamos, sentíamos o amanhecer, éramos amados; agora repousamos
Nos campos da Flandres.
Vivíamos, sentíamos o amanhecer, éramos amados; agora repousamos
Nos campos da Flandres.

Tomem a nossa guerra com o inimigo
A vós entregamos, das nossas mãos moribundas,
A tocha; que seja vossa, para que a mantenhais ao alto.
Se traírdes a nossa fé, dos que morremos,
Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas
Nos campos da Flandres.
John McCrae
Professora Ana Mª Paiva
A vós entregamos, das nossas mãos moribundas,
A tocha; que seja vossa, para que a mantenhais ao alto.
Se traírdes a nossa fé, dos que morremos,
Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas
Nos campos da Flandres.
John McCrae
Professora Ana Mª Paiva
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