sábado, 13 de abril de 2013

Visita de estudo ao Museu do Azulejo




O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, é um dos mais importantes museus de Portugal, pela sua colecção singular, dedicada ao azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525).

                                                          

 No dia 11/4/2013, 3 turmas do 6º Ano tiveram o privilégio de visitar este magnífico museu.
Uma das alunas do 6º C, teve a feliz ideia de tirar algumas belas fotos não só do jardim, como de painéis de azulejos, que aqui vamos reproduzir:
    













O torreão do Paço da Ribeira

 
 Terreiro do Paço, Lisboa antes do terramoto de 1755.

O Terreiro do Paço e o belíssimo traçado geométrico da baixa pombalina, após o terramoto


 E, agora, algumas imagens dos nossos alunos brincalhões:

A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva







quarta-feira, 10 de abril de 2013

O Guarda da Praia - Resumo

No âmbito da semana da leitura, e sob orientação da professora Cristina Andrade, o aluno António Miguel Mendes, do 5º B, realizou um resumo da obra "O Guarda da Praia" que a seguir se transcreve:


Agrupamento de Escolas de Santo António dos Cavaleiros

FICHA DE LEITURA


Nome da autora: Maria Teresa Maia Gonzalez

Título: O Guarda da Praia

Editor: Babel                                          Data da edição: 2011

RESUMO:

Um dia, a narradora foi para a sua nova casa, perto de uma praia, para ter paz e acabar de escrever o seu romance.

Enquanto descansava, apareceu um rapaz chamado Luís, mais conhecido por Dunas. Ele contou-lhe que vivia numa ilhota, do outro lado da praia.

Passaram alguns dias até as duas personagens se conhecerem melhor. Dunas perguntou à narradora o motivo por que estava naquele local e ela respondeu-lhe que estava a tentar concentrar-se para escrever o seu romance, mas que não estava a conseguir. Ele tentava dar-lhe algumas ideias para a história, mas ela discordava totalmente.

Decidiu então fazer uma pausa e ir ver o Dunas a nadar e a mergulhar como um animal marinho. Ele convidou-a para uma espécie de aula de mergulho e, apesar de ela dizer que não sabia nadar ou mergulhar muito bem, ele insistiu e, passadas vinte e quatro horas, a narradora foi ter com o Dunas. Considerou a experiência divertida, pois ele ensinou-a inúmeras vezes a mergulhar, corrigia-a sempre e ela, cansada, voltou para casa.

Na tarde seguinte, a escritora agradeceu a Dunas as maçãs e um desenho que ele lhe levara e, à noite, na praia, vi – o a comunicar com uma gaivota, encheu-se de curiosidade, mas não o voltou a ver.

Numa certa manhã, indo à mercearia, a narradora viu o rapaz a jogar à bola com amigos, e observou-o, no meio do círculo da miudagem, com uma crise de asma. Alugou um carro e foram os dois para o posto médico. Ela ficou à espera no balcão e, passada uma hora, Dunas apareceu recuperado. Dois dias depois, apercebeu-se que ele era um rapaz preocupado com a natureza e com a sua amiga gaivota que o vinha visitar uma vez por semana e a quem o rapaz alimentava.

No dia seguinte, a narradora deslocou-se à mata para saber quem era um velho de quem Dunas lhe falara. Já em plena floresta desmaiou e quando acordou viu o ancião. Este pretendia levá-la para a casa dele, mas a escritora tinha de voltar para a sua.

 Entretanto, naquela manhã chuvosa, a narradora decidiu dar um passeio na praia. Encontrou Dunas, nadaram um pouco, sentaram-se à beira -mar e, finalmente, ela foi para casa. Antes de aqui entrar, eles trocaram as suas conchas de estimação.

Na manhã seguinte, a escritora sobressaltou-se, pois soube que o seu amigo tinha ido para a esquadra devido a problemas com um turista. Ela esperou-o e, quando este apareceu, pediu-lhe para tomar contar da gaivota. Regressada a casa, deslocou-se à peixaria para comprar um carapau para dar àquela ave.

No dia seguinte, de tarde, ela leu um folheto deixado pelo Dunas, conversaram sobre assuntos sem importância e foram nadar até à praia. No dia seguinte, ela decidiu ir visitar Dunas à sua ilhota e resolveu ter uma conversa “séria” com a sua avó. Após esta conversa, ficou satisfeita, pois tinha saído com as respostas às suas perguntas. Foi à procura do velho na aldeia e a narradora sabia que ele lhe responderia às restantes dúvidas. Sentou-se com o velho à beira-mar, percebeu que aquele homem conhecia muito bem Dunas e sua avó.

Entretanto, num dos seus passeios, Dunas levou-a à sua “Duna Secreta” aproveitando para lhe falar naquele espaço, tão importante na sua vida.  

Num dos dias em que foi visitar o velho, a narradora, quando chegou perto da floresta, viu fumo e uma clareira. À medida que se ia aproximando, cheirava a queimado. Pedalou até chegar à clareira e logo se apercebeu que a casa do idoso tinha ardido. Chamou-o inúmeras vezes, nunca respondeu e viu-o encostado à porta. Apercebeu-se que o velho estava todo queimado. Provavelmente adormecera e a vela do candeeiro incendiara a casa. A narradora foi ao funeral onde ninguém comparecera.

Um dia, os dois amigos deslocaram-se a uma biblioteca e, juntos, descobriram que existem vários lugares na Terra prontos a serem explorados. A narradora deu uma “aula de Geografia” ao seu amigo e foi a última atividade que realizaram juntos.

Terminado o último capítulo do seu romance, a narradora guardou todas as folhas sem as reler, arrumou a sua máquina de escrever e despediu-se do seu amigo. Sentiu que recordaria para sempre aquele rapaz e as coisas maravilhosas que ele lhe ensinou.

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Personagem de que mais gostei: A personagem que mais me interessou foi o Luís (Dunas), pois conhecia o mar e as rochas, os pescadores e toda a sua vida. Era um audaz e energético (um pouco como eu), mas, ao contrário de mim, ele não gostava muito da escola.

 

Comentário: Este livro é interessante pois mostra, de uma forma simples e cativante, que a vida tem bons momentos e que viver intensamente uma amizade é importante. Mas, infelizmente, um dia tudo acaba … Considero o primeiro capítulo especial: através das primeiras páginas, ficamos curiosos por saber tudo o que este livro nos quer contar.

 António Miguel Fernandes Mendes –  5º B                                         5 de abril de 2013
 
Belo trabalho, não acham? Quem sabe se teremos um futuro escritor?
 
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva

 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dia Internacional da Mulher - 8 de Março


O jardim-de-infância é um lugar privilegiado na formação das crianças, os educadores têm um papel preponderante na formação pessoal e social das crianças. Por isso dar a conhecer acontecimentos reais da vida social contribui para o conhecimento e a aquisição de novas aprendizagens.

•Apresentei um PowerPoint com o intuito de dar a perceber o papel da mulher na sociedade.  Antigamente as mulheres não podiam estudar nem votar, muitas não trabalhavam fora de casa, outras não eram valorizadas pelo seu trabalho e recebiam um salário mais baixo que o dos homens, mesmo que fizessem a mesma coisa!

•Hoje em dia, as mulheres podem fazer as mesmas coisas que os homens ou até ocupar cargos mais altos e ganhar o mesmo ou mais que os homens.
Afinal, homens e mulheres devem ter os mesmos direitos. O certo seria que todos os dias fossem dia tanto do homem, quanto da mulher.
Mas o que acontece é que as mulheres ainda sofrem preconceitos vários.
Se não existissem essas ideias erradas, não seria preciso criar uma data especial para as mulheres.

• Depois de dadas as diversas explicações foi proposto que falassem das mulheres que eles conhecem, quem são e o que fazem. De seguida fizeram um registo gráfico, retratando mulheres importantes nas suas vidas. O resultado foi duma beleza visual e criativa muito colorida. Vejamos, então, algumas fotos.



Educadora da Escola EB1/JI Fernando de Bulhões: Ana Maria Silva

" Composição visual/geométrica no âmbito do estudo de geometria plana -circunferências e bissetriz - e aplicação de técnicas de pastel de óleo"

Mais uns belos trabalhos realizados pelos nossos alunos do 3º ciclo sob orientação da Profª Paula Marcos.


Vale a pena apreciar!
A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ilustrações

Belas ilustrações baseadas em pinturas de artistas portuguesas elaboradas por alunos do 8º Ano, sob orientação da Profª Teresa Correia



 

 

A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva





Dia de S. Valentim



             Este dia é sempre assinalado com muita imaginação e criatividade, e sobretudo com grande entusiasmo pelos alunos. Foi realizado um concurso para premiar os três postais/cartazes mais bem elaborados.


Captámos as seguintes imagens ilustrativas do dia festivo:

Dia Escolar da Paz e da Não Violência


Inserido no Projeto M=?, a BE/CRE, o DCSH e o JI da Escola EB1 Fernando de Bulhões comemoraram esse dia, no dia 30 de janeiro, através da realização de atividades, as quais poderão ser vistas através da projeção de imagens que se seguem, com inúmeras mensagens escritas pelos alunos. Uma atividade a merecer um aplauso, pois torna-se cada mais vez mais premente incutir no espírito dos jovens o valor da paz, da fraternidade não só entre os alunos, comunidade educativa, mas também entre os povos.



 


Divulgam-se, também, as atividades realizadas pelas crianças do Pré-Escolar da EB1 Fernando de Bulhões sob orientação da Educadora Ana Maria Silva.
Vejam como estão atentas na realização do seu trabalho! 
Parabéns a todos os meninos e meninas!
                           


                          

A Professora Bibliotecária Ana Maria Paiva